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Agora vai ser assim
Como não tenho mais disposição para sentar e escrever algo, vou fazê-lo na base da rotina. Agora vai ser assim, toda semana vou me forçar a escrever ao menos um post. Este bloguinho, velho de guerra, merece.
Vai funcionar da seguinte forma, abro o Word e começo a escrever o que me vier à cabeça. Se tiver alguma idéia já martelando, melhor, escreverei um post digno. Caso contrário, quero só ver no que vai dar.
Respirando fundo, soltando o ar de vagar, vamos lá:
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Troquei a televisão da minha sala/copa/cozinha. Nada como uma TV com uma tela maiorzinha. A que eu usava era pequena; poupava espaço físico sobre minha mesa eletrônica (deveria ser uma mesa para refeições, mas resolvi botar o computador, a TV e os aderentes lá), o que era uma boa, mas é muito mais prazeroso conseguir ver melhor as imperfeições nos atores.
Essa TV era da minha mãe. Ela comprou uma animal e precisava se livrar da velha. A minha pequenininha vai pro meu quarto. Quem sabe assim não resolva voltar a dormir na cama. Nos últimos meses, por conta dos canais por assinatura, que são interessantíssimos, tenho passado todas as noites no pufe. Pra ser sincero, estou acordando muito mais disposto, sem dores nas costas, do que quando utilizava a cama.
Televisão é um barato.
Depois que dei meu grito de independência e fui morar sozinho, passei por algumas restrições financeiras, obviamente. Ficar sem banda larga e TV paga foi terrível, mas, ao contrário do que imaginei, sobrevivi. Porém, voltar a ter meus canais preferidos faz com que me sinta muito mais feliz. Como senti saudades da Discovery, da Natgeo, de Seinfeld, Friends, Simpsons, além dos programas esportivos, óbvio! Também há novidades boas em se tratando se reality shows, como As Gostosas e os Geeks (Beauty and the Geek), que passa no Multishow. É uma competição de duplas em que há uma garota “bonita” e um geek (aquele tipo de nerd ultra hi-tech). Dá química a falta de jeito deles com as garotas e a futilidade delas.
E a gente sempre pensa que não vamos mudar... Quando criança, jurava que nunca usaria calças. Uso pouco, mas agora uso. Tenho que usar, melhor dizendo. Nunca deixaria o cabeço crescer, brinco era coisa de gay, tatuagem era para marginais, filhos jamais (ainda não mudei essa opinião), etc. Nunca pensei que diminuiria o ritmo com que ouvia música. Era o dia todo, 24 horas de segunda a segunda. Pois agora tenho ouvido cada vez menos. Em casa, é coisa rara. Só TV e Footbal Menager. Até tenho me forçado a ir ao trabalho a pé, uma vez que assim garanto uns 40 minutos diários de MP3 player.
Mas, duvido que abandone a música. Falando nisso, indico-lhes uma coletânea chamada Irish Punk Drinking Songs Compilation. É sensacional. Para quem conhece e gosta da banda irlandesa Flogging Molly, pode ir na certeza de satisfação. Para quem quiser indicações nesse estilo (música folclórica com uma pitada punk): Salty dog, do Flogging Molly, e A drunken night in Dublin, do The Mahones.
Irish Punk Drinking Songs Compilation
Passei a ouvir mais Os Novos Baianos (ouça Bilhete para Didi).
De filme, minhas indicações são Onde os fracos não têm vez (No country for old men) e Superbad. O primeiro é um dos melhores filmes da história do cinema, arte pura e, ainda por cima, hollywoodiano. Oscar de melhor filme do ano.
Já o segundo é mais uma daquelas comédias em que losers americanos tentam se dar bem às vésperas da formatura colegial. A fórmula é manjada, mas o roteiro é muito caprichado. Hilário.
E minha indicação eterna vai para o meu filme favorito: Brincando de seduzir (Beautiful girls) — ver posts abaixo.
É isso aí. Abraço, galera!
Música do dia = Deficiente emocional = (Zumbi do Mato)
:: Rodrigo, o Duro na Queda 7/22/2008 04:31:14 PM Comente aqui. Já fizeram-no:
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Dias atrás no céu
Então, a Menina Isabela chegou ao céu e foi logo se queixar com deus.
— Pô, deus! Caralho! Como é que o senhor me deixa morrer pertinho do meu aniversário! Merda! Esperei tanto pela minha festinha! Cacete!
E deus continuava ouvindo.
— Eu chamei os meus amiguinhos, os meus vizinhos do prédio, meus avós, minha titia! Chamei todo mundo! Daí o senhor deixou que eu morresse! Puta merda, hein! Que sacanagem, porra!
Enquanto ouvia, deus olhava sua agenda.
— E agora, vou ter que ficar pra sempre aqui nesta tranqueira de céu, que é um tédio fudido! Inferno!
Já de saco cheio, porém pedagogicamente controlado, deus falou:
— Calma, Menina Isabela, que já providenciei tudo. Está chegando um padre cheio de balões para fazer a sua festinha.
Música do dia = Aeroporto = (Bide ou Balde)
:: Rodrigo, o Duro na Queda 6/25/2008 01:55:23 PM Comente aqui. Já fizeram-no:
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Meu colegial
Sábado dia 24/05 aconteceu aqui em Marília uma reunião de ex-alunos no colégio onde estudei, o Cristo Rei. Foi bacana reencontrar alguns professores, funcionários e colegas. O mais interessante foi que todos eles, praticamente sem exceção, vinham me cumprimentar com aquele sorriso no rosto e, rapidamente, espiavam meu nome no crachá, segundos antes de dizer:
— Ohh... Rodrigo! Como é que vai?
Em uma das salas de informática havia um scanner, onde era possível copiar os álbuns das turmas. Você se procurava e, enquanto isso, ria da cara da galera, que atualmente está muito diferente. Eu, por exemplo, estava com a maior juba, cheio de cabelo, e com uma puta cara de idiota. Tudo bem, disso a cara de idiota ainda mantenho. A foto vocês podem conferir na minha página do Orkut (ver link à esquerda).
De lá pra cá estou muito saudosista, relembrando tantas coisas. Só coisas dementes, claro.
Laxante na Coca
Lembrei-me que na época do primeiro colegial a galera caía em cima quando se comprava algo na cantina. Uma vez, um colega e eu trouxemos à escola um vidro de um poderoso laxante. Compramos meio litro de Coca cada um, tomamos uns goles e botamos mais de um dedo do cagante em cada copo. Dito e feito, a moçada veio sedenta mendigar Coca. Na hora da aula, só se via gente suando frio e correndo pro banheiro sem pedir autorização ao professor. Foi delícia cremosa!
Cordãozinho fedido
Minha turminha aprontava tanto, que até pagávamos pelos pecados dos outros. Outra vez o Tonho, um sujeito totalmente insosso, comprou trocentos cordões fedidos e resolveu acendê-los de uma vez só na nossa sala, fechando a porta e as janelas. Quando o sinal do intervalo bateu, voltamos para a aula e era impossível ficar lá dentro. O diretor pedagógico, uma espécie de inspetor, foi lá investigar quem é que havia cometido o crime:
— Então vocês não vão contar quem é que fez isso? Eu sei que vocês sabem quem foi! Tudo bem, já que é assim... cada um escreve num papelzinho o nome da pessoa. Se não sabe quem é, deixe em branco. Agora eu quero ver!
Os únicos cinco papeizinhos em branco eram de alguns amigos meus, inclusive o meu. Alguns porque não sabiam, de fato, quem havia os acendido ou, no meu caso, porque não era dedo-duro. Enfim, de resto, quase quarenta votos couberam ao Moscão, ao Girafa e a mim. Sacanagem!
Barata na menina
Outra vez foi hilário. O Moscão estava sentado ao meu lado e, ao lado dele, uma moça que hoje é gerente de um banco. Ele havia achado dentro da mochila uma barata (!!). Pegou-a pelas anteninhas, olhou pra mim rindo e jogou na cara da menina! Deu o maior rolo!
O interessante é que no final do dia estava lá o Moscão indo embora com uma (outra?) barata no gorro da blusa.
Cabelo horroroso
E o dia em que ele cortou o cabelo, aff! Éramos quase rebeldes, entrando numa onda de tocar em banda e deixando o cabelo crescer, que estava na altura do queixo. O meu dava uma ondulada e o dele era bem liso. Ele já tinha uma certa “queda” para calvície, com entradas e tudo mais, mas ainda era um meninão, então sofria com isso. Enfim, certa manhã disse a ele que estava pensando em passar máquina zero nas laterais, uns quatro dedos, e ele disse que era da hora. À tarde, me ligou perguntando se eu tinha realmente raspado e respondi que sim, sei lá por quê, já que era mentira. Ele contou que estava pensando em fazer o mesmo e, obviamente, dei a maior força.
Na manhã seguinte, a escola inteira parou para rir dele, tanto na hora da entrada quanto do intervalo e da saída. Estava muito bizarro o rapaz com aquelas entradonas, com as laterais carecas e o resto dos cabelos escorrido até o queixo. Tentem imaginar.
Professor chorando
No segundo colegial eu fui mandado para fora da sala 34 vezes. Acredito que o recorde do colégio ainda é meu. Hoho! Em certa ocasião, na aula de Geografia, me passaram um bilhete, que deveria repassar a um colega do lado. No meio dessa ponte, o professor parou a aula e disse:
— Rodrigo, pra fora!
E começou o maior sermão, dizendo que ninguém respeitava ele, que ninguém gostava dele e aquela coisa toda. Falei o seguinte:
— Mas, professor, só me virei pra repassar um bilhete. Eu estava prestando atenção na aula. E a sua aula, de todas, é a que eu mais gosto!
Pior que era verdade mesmo, apesar do coro de puxa-saco. Daí, o professor:
— Caramba, assim você me emociona... Pode ficar aí, então.
E continuou a aula, escondendo as lágrimas. E eu ainda ganhei meio ponto na nota final, sem que ninguém soubesse! Hoho.
Bilhete maldito
De todas, a pior de todas as histórias foi a do bilhete maldito, como ficou conhecida. No primeiro colegial havia uma vadia que era tida como a mais bonita da turma (uma loira metida, com cara de cocô, pra variar). E o “Bom Dia”, um rapaz que havíamos pegado para sacanear, era apaixonado por ela. Certa vez, eu estava sentado na penúltima carteira, com o Girafa à minha frente e, lá no começo da fileira, a “147 Girl” (a menina mais horrorosa que deus já criou — apelido em referência ao Fiat 147) e, à frente dela, a loira.
O Girafa teve uma brilhante idéia e me pediu que a botasse em prática. E lá fui eu escrever o mais lindo bilhete de amor de todos os tempos, com uma declaração magnífica, totalmente romântica, levemente erótica, destinada à loira e “assinada” pelo Bom Dia.
Passei o bilhete ao Girafa, que se mijou de tanto rir. O rapaz passou o bilhete para frente, e assim por diante, com todo mundo lendo, olhando pra mim e rindo (estava me sentindo o máximo!), até que chegou às mãos da 147 Girl. Ela não olhou para mim rindo, mas sim com um sorriso metálico, os olhinhos brilhando e muitos coraçõezinhos voando ao redor dela
Na hora saquei a fria em que havia me metido. O desgraçado do Girafa, aproveitando-se que eu havia escrito o bilhete a lápis, apagou o nome da loira e colocou o da 147 e, pior, apagou o do Bom Dia e colocou o MEU. Era inquestionável, um bilhete daqueles com destinatário, remetente e com a minha letra! Puta merda!!
A 147 Girl apaixonou-se por mim e não largou mais do meu pé por todo o colegial. A galera me sacaneava de todas as formas possíveis. Mas, o pior ainda estava por vir...
Bilhete maldito, anos depois...
Lá estava eu, formado do segundo grau, despedindo-me do colégio e, aleluia, da 147 Girl. Prestei vestibular no final do ano e passei para Administração de Empresas. Não curti o curso e, após alguns meses, fui estudar Tradução.
No primeiro dia de aula, para variar, cheguei atrasado. Quando consegui descobrir qual seria minha classe, logo notei que estava lotada e que aparentemente não havia lugar vago. Da porta, dei aquela olhada, aflito, procurando uma carteira, e não achava. Eis que alguém levantou-se, do fundo, dizendo:
— Rô, aqui do meu lado!!
Era a 147 Girl.
Música do dia = Green Day = (When I come around)
:: Rodrigo, o Duro na Queda 6/4/2008 05:53:09 PM Comente aqui. Já fizeram-no:
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Problemas no Blogger
Sei que quase ninguém mais entra aqui, além da minha lindíssima digníssima respectiva Fufis, mas mesmo assim preciso dar uma consideração.
O Blogger está me "sabotando" e demora um século para que se consiga entrar neste blog. Já fiz tudo o que podia para deixá-lo mais leve e, mesmo assim, nada.
Bleh.
Paciência, não é a primeira vez.
Amanhã tem post novo.
Abralhos
Música do dia = Steal my sunshine = (Len)
:: Rodrigo, o Duro na Queda 5/29/2008 09:48:21 AM Comente aqui. Já fizeram-no:
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Virada Cultural Paulista
A galera aqui de Marília, e me incluo nisto, tem o hábito de reclamar que faltam opções culturais na cidade. No entanto, até que rola uma cena bem alternativa por aqui, mas eu não me encaixo nela.
Daí o governo veio com uma ótima iniciativa, iniciada no ano passado, mas que aconteceu pela primeira vez por estas bandas: a Virada Cultural Paulista.
Na hora de meter o pau é fácil, mas às vezes nos esquecemos de elogiar, portanto crio este tópico para agradecer.
Embora eu não tenha podido estar presente durante as mais de 24 horas de eventos, até onde pude acompanhar foi sensacional.
No nosso caso, contamos até com artistas do naipe de Ultraje a Rigor. E o melhor: tudo de graça! Com opções de, além de música, teatro e dança, sempre de primeira qualidade.
Nas outras cidades a coisa também foi bonita: Pato Fu, Cachorro Grande, Nação Zumbi, Zeca Baleiro, Leci Brandão, Luiz Melodia, Pitty, Rappin Hood, Cordel do Fogo Encantado, e por aí vai.
Agora, como não poderia deixar de ser: Ô governo, vai tomar no cu!! Por que não organiza uma bagaça dessa todo mês, caralho??
Música do dia = Costituinte = (Ultraje a Rigor)
:: Rodrigo, o Duro na Queda 5/19/2008 06:32:05 PM Comente aqui. Já fizeram-no:
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TV por assinatura
Olá.
Antes de resolver me mudar de casa e viver sozinho, uns dois anos atrás, sabia que a liberdade implicaria em restrições.
Isso é notório, a menos que você seja filho de alguém afortunado e, como não poderia deixar de ser, um sanguessuga.
Pois bem, e lá fui eu morar num sobradinho pequeno, no centro de Marília, todo feliz.
Na primeira noite senti uma estranheza desgraçada, pois não tinha mais TV por assinatura (oh, como eu amava a ESPN) nem internet. Aliás, nem computador, o que era mais trágico.
Aos poucos fui conquistando uma coisinha aqui, outra acolá, mas, embora ficasse pouco em casa, ainda sentia um enorme vazio.
Hoho, pro inferno com aquele vazio, agora eu tenho TV paga de novo!!
Pedirei demissão na próxima semana e só voltarei a trabalhar depois das Olimpíadas.
Música do dia = Casa de papel = (Ira!)
:: Rodrigo, o Duro na Queda 4/29/2008 08:38:57 PM Comente aqui. Já fizeram-no:
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Merda
Estou sem conexão à Internet em casa e no trabalho.
Com o pára-brisa do carro quebrado.
A lanterna também.
A perna da armação do meu óculos quebrou. Ele custou caro e a desgraçada me disse que não tem conserto.
Acabei de buscar o meu monitor na assistência técnica. Ficou caro.
Merda, merda, merda.
Música do dia = A drunk night in Dublin = (Mahones)
:: Rodrigo, o Duro na Queda 4/15/2008 07:02:37 PM Comente aqui. Já fizeram-no:
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Aconteceu hoje, 1º de abril
Passei o dia todo engolindo mentirinhas idiotas, de pessoas tão puras que pensam que podem me enganar. Ainda mais em um primeiro de abril. Tsc tsc, amadores.
Eis que, após o almoço, resolvo deixar meu carrinho com minha adorável respectiva, a Srta Thais, pois ela só estaria livre para voltar para casa à noite, enquanto eu irei embora daqui a pouco, às 18h.
Ela relutou, como sempre, mas aceitou, pois está cansada e sabe que é muito melhor ficar com o carro agora do que me tirar do aconchego do meu lar mais tarde.
Pouco tempo depois, ela aparece no MSN e vem com aquele papinho de quem estava querendo me enganar (mais ou menos assim):
_ Meu digníssimo senhor, estou tão nervosa, que mal consigo digitar. Me desculpe...
_ O que foi, pequena?
_ Estava me preparando para estacionar o carro, quando outro carro surgiu atrás e ficou me apressando. Acabei entrando mal na vaga e bati numa arvorezinha. Destruí a lanterna traseira inteirinha!!
_ Ahan...
_ É sério, meu caro amante!!
_ Feliz primeiro de abril!!
_ Estou aqui toda nervosa, tremendo, e você não acredita em mim?
E até agora ela não desmentiu.
Música do dia = What happened to you = (Offspring)
:: Rodrigo, o Duro na Queda 4/1/2008 04:17:20 PM Comente aqui. Já fizeram-no:
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Ahhh, a Páscoa
Tirando as épocas de frio, normalmente no meio do ano, o que mais gosto neste amontoado de terra situado em uma zona tropical é o período da Páscoa. Embora o céu fique muito iluminado, as nuvens somem e o ar fica fresco. Menos mal.
Para quem não sabe, Páscoa (do hebraico pessach: passagem) é o período em que Jesus Cristo ressuscita e foge com os judeus libertados do Egito. Todo ano. Algo mais ou menos assim.
Também é o período em que os coelhos botam ovos de chocolate, com bombons dentro. É uma delícia. Eu não tenho nojo desses ovos, como tenho dos de galinha. Bleh... vocês sabem de onde saem os ovos, né? E ainda tem um aborto dentro. É muito porco comer aborto de galinha.
Mas, geneticamente os coelhos estão aptos a botarem ovos de chocolate, para a nossa alegria burguesa. Não é tão alegre assim para as criancinhas pobres, que ficam só passando vontade. Como sempre. Porém, deus quis assim, e que assim seja. Pimba!
Se você tiver um desses bichinhos em casa, que sorte (crianças pobres não têm coelhos, apenas lombrigas)! Não precisa comprar os ovos deles, que são caros. Apenas esperar. Quando ele fizer cara de dor, é porque boa coisa está por vir!! Aguarde um momento, que logo terá o tão delicioso ovo. Bastará apenas limpar os fluidos que saem junto, bem como um pouco de fezes, e comer.
Boa Páscoa a todos!
Música do dia = Party = (Jive Bunny)
:: Rodrigo, o Duro na Queda 3/14/2008 10:50:50 AM Comente aqui. Já fizeram-no:
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Bleh
O Brasil é uma merda.
Sem mais.
Música do dia = Kentucky Rain = (Elvis Presley)
:: Rodrigo, o Duro na Queda 3/11/2008 02:08:28 PM Comente aqui. Já fizeram-no:
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